A gente sempre tava certo pra nós mesmos e quase sempre errado para o outro.
Eu sentia raiva e não era do erro, era da maneira oposta a minha de pensar.
A gente dizia que o outro era egoísta, mas nenhum dos dois estava disposto a ceder.
E nem sei se devíamos.
Nossas discussões e desentendimentos não eram sobre frivolidades e sim sobre maneiras de lidar com algo maior, como nossa forma de amar.
Hoje eu sei que foi a diferença do outro que nos uniu.
E também que nos separou.